Visitantes

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O duro trabalho dos escravos na cana-de-açucar

O trabalho na cana era extenuante e desumano.

Por décadas, a colônia francesa de São Domingos sustentou um dos mais lucrativos negócios do Novo Mundo com o chicote apontado para o corpo dos escravos africanos. Os negros cavavam valas para o plantio das mudas, cuidavam dos brotos, zelavam pelo crescimento, faziam a colheita e toda a fabricação do açúcar. Os lucros dependiam da exploração do traba

lho.

A manutenção da escravidão pelos donos de engenho se baseava em castigos brutais e tinha um nível de perseguição implacável. Os relatos da época descreviam que as punições das chibatas eram mais comuns do que receber comida.

Mutilavam-lhes membros, orelhas e genitais; faziam-nos comer excrementos; amarravam-lhes grilhões e blocos de madeira; prendiam-nos a postes fincados no chão. A tortura sistemática originava, não sem razão, uma sede de vingança.

E este foi um dos motivos da revolta que seria iniciada em 1791 e conformou a única rebelião 
vitoriosa de escravos desde a Antigüidade clássica. A independência do Haiti, proclamada em 1804, só nasceu por causa dela.

Eleitores atenção...O futuro de sua cidade está em suas mãos!!!


VOTO NÃO TEM PREÇO...TEM CONSEQUÊNCIA!!

Digam não as queimadas!!!


Gostaria muito que essa publicação fosse atenciosamente lida e partisse para uma reflexão.
Em nossa cidade, está havendo muitas queimadas, pratico diariamente exercícios de caminhada em nossa avenida destinada a isso, sofro
 muito com a fumaça que é emitida nessas queimadas de fundo de quintal, sem querer ofender ninguém sei que é difícil recolher tantas folhas nessa época do ano, mas em minha casa recolho todas elas mesmo tendo um quintal enorme cheio de árvores.
Grande parcela da população, infelizmente, desconhece o fato de que queimar qualquer coisa, com o propósito de se livrar dela e/ou dos inconvenientes por ela causados, gerando poluição, realmente ou potencialmente causadora de danos à saúde humana, é crime, na medida em que infringe o artigo 54, da Lei do Meio Ambiente (Lei Federal 9 605, de 12/2/98). Esse artigo reza que "é crime causar poluição, de qualquer natureza, em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora". Pena: reclusão, de um a quatro anos, e multa. Caso o crime seja considerado culposo (ou seja, a pessoa poluiu sem que tivesse a intenção deliberada de poluir), a pena será a detenção, de seis meses a um ano, e multa. Igualmente, provocar a queima, por ato de vandalismo ou com finalidade econômica, gerando poluição, também é crime. Por outro lado, provocar incêndio é crime inafiançável, segundo o artigo 250 do código penal.

Vamos nos conscientizar, o tempo está muito seco, já temos o pó da Siderúrgica não precisamos prejudicar ainda mais nossa saúde com fumaça de queimadas que pode até causar câncer!! Aqui fica o recado vamos cuidar da nossa saúde e se preocupar mais com a nossa sociedade...Afinal o quintal é Propriedade particular, mas a atmosfera é de uso comum!!!



Dia Internacional da Paz

O Significado da PAZ
Um rei que ofereceu um prêmio ao artista que pintasse o melhor quadro que representasse a paz. Muitos artistas tentaram. O rei olhou todos os quadros, mas apenas gostou mesmo de dois, e teve de escolher entre ambos. Um quadro retratava um lago sereno. O lago era um espelho perfeito das altas e pacíficas montanhas a sua volta, encimado por um céu azul com nuvens brancas como a
lgodão. Todos os que viram este quadro acharam que ele era um perfeito retrato da paz. O outro quadro também tinha montanhas. Mas eram escarpadas e calvas. Acima havia um céu ameaçador do qual caía chuva, e no qual brincavam relâmpagos. Da encosta da montanha caía uma cachoeira espumante. Não parecia nada pacífica. Mas quando o rei olhou, ele viu ao lado da cachoeira um pequeno arbusto crescendo numa fenda da rocha. No arbusto uma mãe pássaro havia feito seu ninho. Lá, no meio da turbulência da água feroz, se instalara a mãe pássaro em seu ninho * em perfeita paz. Qual pintura você acha que ganhou o prêmio? O rei escolheu a segunda Sabe por quê? "Porque," explicou o rei, "paz não significa estar num lugar onde não há barulho, problemas ou trabalho duro.” Paz significa estar no meio disso tudo e ainda estar calmo no seu coração. Este é o significado real da paz.


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

BRASIL HOLANDÊS


Brasil Holandês

Por Felipe Araújo
No período em que ocorreram as duas invasões holandesas no Brasil, a Holanda estava sob domínio da Espanha. Em 1579 os holandeses declaram independência, porém, sem o reconhecimento do país basco. A guerra entre Holanda e Espanha durou até 1648. Com isso teve início o embargo espanhol, no qual a Holanda ficou proibida de se relacionar comercialmente com as áreas de dominação espanhola, inclusive o Brasil.
A Holanda reagiu ao embargo criando, em 1602, a Companhia das Índia Orientais, que tinha como objetivo a exploração de áreasconquistadas pelos espanhóis na Ásia e na África. Isso forçou a Espanha a assinar a Trégua dos Doze Anos, acordo que durou de 1609 a 1621. Com o término da trégua e as novas restrições impostas pela corte espanhola, os países criaram a Companhia das Índias Ocidentais (1621). Assim, começaram as colônias espanholas na América, dentre as quais estava o Brasil.
A primeira invasão holandesa em território brasileiro ocorreu naBahia. O almirante Jacob Willekens e seus comandados invadiram aBahia, que na época era sede do Governo Geral do Estado do Brasil. A reação dos portugueses e brasileiros veio com o bispo D. Marcos Teixeira e Matia de Albuquerque, um administrador colonial português, irmão do donatário da Capitania de Pernambuco.
Iniciada uma guerrilha, o avanço holandês foi impedido, porém, estes já haviam conquistado a cidade de Salvador. Mas a presença dos holandeses no Brasil não durou muito. No ano de 1625, a Jornada dos Vassalos, esquadra lusoespanhola, conseguiu expulsar os holandeses com ajuda dos brasileiros.
Mas houve uma segunda invasão holandesa no Brasil, desta vez em Pernambuco. O ano era 1630 e uma tripulação liderada por Diederik van Waerdenburch desembarcou em Olinda com 70 embarcações e iniciou a invasão. O responsável pela capitania era Matias de Albuquerque, que iniciou nova guerrilha contra os holandeses. O maior conflito foi na Baía da Traição em 1631, quando o espanhol D. Antônio de Oquendo afundou afundou a embarcação do almirante holandês Adrian Jansen Pater. Apesar da vitória espanhola, um brasileiro chamado Antonio Domingos Calabar teria traído o governo brasileiro dando dicas sobre cidades do litoral nordestino para os holandeses. Com isso, eles conquistaram diversos fortes, dominando totalmente a região em 1635. Neste mesmo ano, houve a queda do Arraial de Bom Jesus, o que fez com que Matias de Albuquerque fosse para Alagoas. Lá, foi para a cidade de Porto Calvo, onde encontrou um grupo de holandeses dentre o qual estava Calabar. Matias e seus homens derrotaram os holandeses, prenderam e esquartejaram o suposto traidor da pátria.
Para equilibrar os interesses de invadidos e invasores, já que a guerra apenas causava prejuízo para os latifundiários e para os holandeses, foi instaurado o Governo de Nassau, que durou de 1637 a 1644. Entre suas principais caracateristicas estão…
  1. Consquista de Sergipe e Maranhão
  2. Criação da Câmara dos Escabinos
  3. Vinda de artistas e intelectuais da Europa
  4. Urbanização do Recife
  5. Monopólio do mercado escravista
  6. Liberdade religiosa
  7. Financiamentos aos Senhores de Engenho
Em 1644, Nassau demitiu-se por descordar com alguns interesses da Companhia das Índias Ocidentais. Neste período, a Companhia e a Holanda passavam por sérios e problemas. Para suprí-los, começaram a exigir demais dos Senhores de Engenho. Isso deu início à Insurreição Pernambucana, movimento para expulsar os holandeses do Brasil. Liderada por André Vital de Negreiros e outros comparsas, a Insurreição conseguiu expulsar os holandeses em 1654. Entre as batalhas, destacam-se a do Monte das Tabocas, Guararapes e Campina do Taborda.